“Of Fragility and Impermanence” Review on Jazztrail.net
“Flawlessly arranged, “Of Fragility and Impermanence” is emotive and layered without becoming ponderous. The ensemble plays as a true collective, bringing Carvalho’s vision to life with honesty, musical depth, and imagination. It is an album to be discovered slowly, preferably in the quiet of the night.”
“Portuguese bassist and composer André Carvalho releases “Of Fragility and Impermanence”, a collection of 12 tracks that firmly situates itself on the left side of the jazz spectrum.”
“Of Fragility and Impermanence” - Review on Salt Peanuts
“These clever references enrich Of Fragility and Impermanence and make it a most beautiful, moving, and, obviously, a personal meditation about life. It embraces life's most tender and fragile moments, which keep inspiring us to keep on and endure its fleeting, transient nature.”
“Carvalho's commanding, deep-toned bowing work deepens its melancholic atmosphere, while Hasselberg's subtle, imaginative electronics intensify its vulnerability.”
“Of Fragility and Impermanence is a twelve-movement, lyrical, and often quite melancholic suite tied to the longing for a primordial sense of fullness, the fleeting beauty of everyday gestures, and the acceptance of constant change.”
Review | “Of Fragility and Impermanence” At 23.ª Festa do Jazz - Para lá daquilo que já existe
“Uma recusa deliberada da estabilidade e afirmação da impermanência. O concerto foi bonito, sempre em pianíssimo, num virtuosismo negativo que requer músicos muito particulares.”
“Of Fragility and Impermanence” on the best jazz on Bandcamp, November 2025
“Of Fragility and Impermanence” on the Best Jazz on Bandcamp, November 2025.
Article on Arte Factos
‘"Of Fragility and Impermanence", de André Carvalho, é uma exploração musical profundamente pessoal sobre a fragilidade e transitoriedade da vida.’
Review of “Of Fragility and Impermanence” concert in Guimarães Jazz 2025 by Putos do Jazz
“Num quase angelical pano de fundo azul violeta surgem uns belíssimos acordes que soavam a "Dores de Crescimento", numa paleta harmónica bem delineada por SG.
Momento de beleza sublime - as vozes infantis”
Review of “Of Fragility and Impermanence” at Guimarães Jazz on Público by Gonçalo Frota
“O resultado é uma música profundamente bela, muito particular, por vezes de uma tristeza carregada de dor e revolta (quando parte do luto no livro de Kang), em que o saxofone, nalguns momentos, parece soar a uma carpideira e a electrónica (a manipular em tempo real o som dos restantes instrumentos) convoca gravações de momentos em família.
Música com tanto espaço e sensibilidade que nos puxa lá para dentro e nos deixa sem defesas: uma verdadeira lição“ (…)
Article on “Musica.com.Pt” about “Of Fragility and Impermanence”
““Of Fragility and Impermanence” confirma André Carvalho como um artista singular no panorama musical português. Num disco que funciona tanto como banda sonora para momentos de contemplação quanto como obra autónoma de arte sonora, o compositor prova que é possível fazer música profundamente pessoal sem cair no hermetismo, universal sem perder a especificidade.”
Review on Take Effect
“The impressive double bassist and composer André Carvalho returns with a 2nd instalment in this series, where André Matos brings his guitar and “José Soares brings his saxophone to these improvised and exploratory 8 pieces.”
6 Faces da Mesma Moeda com André Carvalho “Lost in Translation”
Nice photo report by Bárbara Monteiro for Gerador.pt for “Lost in Translation”’s concert at Carpintarias São Lázaro!
Report by Nuno Catarino (Jazz.pt) on “Lost in Translation” concert at Gnration, Braga
“Em palco, três instrumentistas superlativos trabalharam uma música profundamente original.”
Interview for Jazz.pt
I had the pleasure of being interviewed by Nuno Catarino from Jazz.pt a couple of weeks ago. The interview is now available here!
Review on “Rimas e Batidas”
“[…] Musicalmente, nesta segunda aventura nessa tradução do desconhecido e inusitado, o contrabaixista e compositor André Carvalho, o guitarrista André Matos (que assina uma das peças) e o saxofonista José Soares investem pelos terrenos do detalhismo, da minúcia filigrânica, da delicada construção harmónica e isso obriga-nos a realmente escutar: com ambos os ouvidos, com a cabeça e com o corpo porque esta é música exigente que foi cuidadosamente gravada e masterizada por Tiago de Sousa. “
Review on JazzTrail “Lost in Translation” - B+
Review on FreeJazzBlog “Lost in Translation” - ****1/2
“[…] resulta um posicionamento “nem, nem” que nos desconcerta, mas também se torna numa delícia, deixando-nos à vontade para fazermos qualquer interpretação.”
“Outono em Jazz começa com o contrabaixo de André Carvalho” in Público
“[…] resulta um posicionamento “nem, nem” que nos desconcerta, mas também se torna numa delícia, deixando-nos à vontade para fazermos qualquer interpretação.”
Gerador: “Uitwaaein ou Wabi-sabi: André Carvalho pegou em 12 palavras intraduzíveis e transformou-as em música”
Interview for Gerador, where I talk about “Lost in Translation”, its genesis, the recording and the whole process.
André Carvalho na ZDB: as idiossincrasias do som e da palavra
Cerebral e sensorial, Lost In Translation não pode ser meramente rotulado como free jazz ou pós-bop – aparententemente, o tipo de jazz que compõe este disco é, também ele, intraduzível.
“Lost in Translation” review by Rui Eduardo Paes in Jazz.pt
“[…] resulta um posicionamento “nem, nem” que nos desconcerta, mas também se torna numa delícia, deixando-nos à vontade para fazermos qualquer interpretação.”
“The Garden of Earthly Delights” on JazzTimes
“[…] have no fear; Carvalho’s execution avoids those pitfalls.”

