A música resulta saltitante e empática, entrando-nos pela pele e fazendo-nos bater o pé, mas a sua complexidade convida-nos também a utilizar o cérebro para a decifrar – nisso, faz o pleno daquilo que pretendemos de uma música que desejamos como expressão artística e não como objecto de entretenimento. André Carvalho, decididamente um nome a ter em conta…
“The Garden of Earthly Delights” reviewed by Rui Eduardo Paes on Jazz.pt
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Público: 10 sítios que inspiraram “The Garden of Earthly Delights”
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